Galeria de Desenhos

Produções

Venha produzir seu álbum, curso ou vídeoclipe com nosso estúdio

Álbum de estréia do Alimento dos Deuses em produção

Mantras em sânscrito e tibetano

dança, performance e participação de músicos convidados

composições autorais, arranjos e orquestrações do repertório erudito

Grupo de câmara mergulhando nas profundezas do repertório barroco

Duo de música e dança de Christhian Beschizza e Carol Vaz

Videodanças com uma misteriosa estética de sinestesia sensível

Recital de Violão Erudito na Capela do Mosteiro N. S. da Glória

J.S. Bach em arranjos próprios para Trio de Cordas e Violão

Quinteto de Choro resgatando as origens da música popular brasileira

Duo de Violão e Violino no Museu da Capela

Léo Beschizza apresenta seus arranjos para violão solo

de clássicos da música brasileira

Zé Beraba resgata seus sucessos

após 40 anos do lançamento do disco Reminiscências Sertanejas

Christhian Beschizza

 

 Formou-se Mestre em Musicologia (2015-2017) e Bacharel em Música (Violão) (2011-2015) pela Universidade Federal de Uberlândia, e Licenciado em Música pelo Claretiano (2018-2019). Especializou-se em Cordas Dedilhadas, Revisão Crítica de Repertório, Música Antiga, Produção Musical e Edição Audiovisual. 

Em 2016, criou o site www.alimentodosdeuses.com, um portal onde publica seus projetos musicais; videoaulas de violão, viola, repertório e educação musical; e organiza conteúdo para reflexão e investigação dos mistérios da mente.
 

Produção Cultural

Natural de Uberaba/MG, nascido em 1992. Iniciou-se como autodidata nos instrumentos de corda dedilhada aos 13 anos de idade, com incentivo de seu pai violonista, estudando violão, viola, guitarra e contrabaixo. Durante sua adolescência devota a livros e jogos computacionais, desenvolveu uma grande afinidade com softwares de edição de vídeo e DAWs de produção musical. Seu primeiro álbum conceitual  www.soundcloud.com/urukzil

Por ser uma compilação mais extensa, também terá uma elaboração textual maior aqui na TOCADOMAGGOT. A intenção dessa segunda leva de sons era, desde o princípio, de teor conceitual. Uma sugestão que recebi nos tempos da 'suíte do são paulo' era a continuação com um 'concerto folclórico brasileiro'. Abracei essa ideia e botei a mão na massa. Vou comentar individualmente cada uma das faixas e dar um insight de como foram concebidas:

 

Boitatá - Provavelmente a faixa mais 'easy-listening'. Ainda segue os padrões de loop multi-layer da súite, também conta com a instrumentação variada. Dessa vez, uma forma mais homogênea se fecha com a base definida, aquilo lá que se repete invariavelmente de tempo em tempo. Com essa 'estrutura', o improviso corre solto. Sem dúvida, esse é a faixa de abertura que eu idealizei. Perfeita para uma introdução ao que virá pela frente da forma mais suave possível. Sólidos 11:30 que parecem nunca acabar e passar muito rápido.

Saci Pererê - Meu diálogo com a música 'Bole-Bole' de Lucas Nildaimon. Sempre tive vontade de fazer algum tipo de homenagem a essa canção fabulosa! Tive aqui o meu espaço. Nada muito pesado, se não me engano foram só três tracks. Espero ainda fazer algo do tipo com 'Eu gosto de sopa' no futuro. O nome é derivado da fisionomia sacística do próprio Lucas.

Mula-Sem-Cabeça - Nesse ponto, já temos a primeira introdução ao caos total. O diálogo entre os instrumentos também é característico da suíte, mas só se faz presente após a intervenção mashup. A avalanche de sons diferenciados condiz com essa entidade em particular, que chega a contar com participações de André MercuryMC Lukinha, Bonde da Stronda e Avassaladores.

Boto Cor-de-Rosa - Até onde acordes aleatórios podem sustentar uma harmonia? Explorei o limite do acaso e intuição nesse duo de guitarras. O resultado foi bem diferente do que eu esperava. Virou algo meio bossa... Apesar de eu nem mesmo tocar esse repertório! Muito bacana. O nome representa a dualidade do boto como animal e como homem e tenta transportar a textura resultante para a própria textura do boto como animal... claro, liso, sutil... sei lá.

Minhocuçu - Bastante interessante. Tentei evitar o ruído e fazer uma camada sonora suave, trabalhando diversas efeitos sonoros com mais liberdade do que a escolha de notas. Acho que o efeito percussivo dá a impressão de desbravamento das selvas amazonenses pelo vorme gigantesco e sua estética e personalidade são transmitidos por esse som vagaroso.

Negrinho do Pastoreiro - Minha favorita. Empregando a técnica do tapping e sequênciadores sintetizados, obtive alguns resultados impressionantes nesse track gravado na casa do cave. Começa bem tranquilo, controlando bastante a tensão, explora um pouco de isoritmia e fica por essa onda até o final. O nome dialoga com a imagem abaixo, situando-se, de certo modo, em um 'plano astral'.

Caipora - Explosiva e apressada, Caipora e seu porco-do-mato perseguem um caçador. Essa é a temática desse track, que não inova nas técnicas usadas e instrumentada à suite. Sonoridade bem característica do ZigømaR.

Curupira - A mais trabalhada das faixas, é uma dualidade da mesma gravação. Uma inversão confronta a original, simbolizando os pés invertidos da entidade deixando pegadas enganosas por onde passa. Uma inversão de canais ao decorrer dessa música assegura uma escuta mais 'imersiva', mas que só pode ser providenciada por fones ou um sistema de som hd.

Desde 2011, produz conteúdo musical para seu canal no YouTube: www.youtube.com/alimentodosdeuses

Produziu uma série de Recitais de Violão em Uberlândia e Uberaba (2013-2017), apresentou-se diversas vezes com Grupo de Violões da UFU (2013), Camerata de Violões da UFU (2014) e Violões em Câmara da UFU (2015).

Desde 2016, é diretor do estúdio Alimento dos Deuses, desempenhando um trabalho polímata em elaboração de projetos; captação de recursos; composição e arranjo; gravação e tratamento de áudio; filmagem e edição de vídeo.

Produz o álbum Contemplando a Harmonia, com incentivo do PMIC 2020 de Uberlândia,

dirigindo o grupo Alimento dos Deuses com suas composições, transcrições e arranjos.

Alguns de seus projetos com apoio da Lei Adir Blanc incluem:

Templos DedilhadosAs Origens do Choro, Quartetos de Bach, Alucinações Reais, Santuários Sonoros

Atualmente, dirige o Ensemble Alimento dos Deusesum grupo de câmara interpretando suas transcrições e arranjos de música antiga.

Docência

Desde 2017, vem trabalhando como docente nos Conservatórios de Uberaba e Uberlândia, onde coordena a Camerata Dedilhada de Uberaba. Publica material digital para educação musical em seu site, com conteúdo teórico complementar, videoaulas de violão, viola e estudo de repertório: www.alimentodosdeuses.com/curso

Além disso, publica Revisões Críticas de Repertório com partituras e tablaturas, especializado em música antiga e violão clássico. O compêndio de repertório é disponibilizado virtualmente, destinado para violão de 6, 7 e 11 cordas e viola de 5 ordens, além de duos, trios e formações de música de câmara: www.alimentodosdeuses.com/repertorio

Raphael Leal Gonçalves

Bacharelando em Música (Habilitação em Violoncelo) pela Universidade Federal de Goiás, sobre orientação do professor David Gardner. Raphael toca em um violoncelo Inglês da luteria Hill, de 1739. Foi chefe de naipe na Orquestra Sinfônica de Goiânia (2009-2019). Participou da Orquestra Filarmônica de Goiás (2015) e conquistou o primeiro lugar no concurso público da Orquestra Sinfônica do Paraná (2019).

Natural de Uberlândia/MG, nascido em 1991. Iniciou seus estudos de violoncelo aos 13 anos no projeto social Orquestra Jovem de Uberlândia sob a direção do maestro Flávio Santos Pereira (UNB) matriculando-se no ano seguinte no Conservatório Estadual de Música Cora Pavan Capparelli e continuando assim os seus estudos com o professor Kleper Rezende. Aos 16 anos ingressou na Orquestra de Câmara Camargo Guarnieri da Universidade Federal de Uberlândia, orquestra que já acompanhou vários solistas de prestígio international como Daniel Guedes, Eliane Tokeshi e Bernard Zinck. Em 2007 foi destaque cultural pelo jornal "O Correio" de Uberlândia. Estudou com os professores Laura MacNight e Kayami Satomi como aluno de extensão da UFU. Participou de quatro edições do Festival de Cordas Nathan Schwartzman em Uberlândia. Participou da 24° edição do Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga. Foi bolsista do 17° e 19° Festival Música nas Montanhas em Poços de Caldas-MG. Em 2018 foi contemplado com bolsa integral nas edições  49° e 50° do Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão onde teve a oportunidade de trabalhar com o renomado maestro Giancarlo Guerrero.

Produção Cultural

Desde 2011, produz conteúdo musical para seu canal no YouTube: www.youtube.com/alimentodosdeuses

Produziu uma série de Recitais de Violão em Uberlândia e Uberaba (2013-2017), apresentou-se diversas vezes com Grupo de Violões da UFU (2013), Camerata de Violões da UFU (2014) e Violões em Câmara da UFU (2015).

Desde 2016, é diretor do estúdio Alimento dos Deuses, desempenhando um trabalho polímata em elaboração de projetos; captação de recursos; composição e arranjo; gravação e tratamento de áudio; filmagem e edição de vídeo.

Produz o álbum Contemplando a Harmonia, com incentivo do PMIC 2020 de Uberlândia,

dirigindo o grupo Alimento dos Deuses com suas composições, transcrições e arranjos.

Alguns de seus projetos com apoio da Lei Adir Blanc incluem:

Templos DedilhadosAs Origens do Choro, Quartetos de Bach, Alucinações Reais, Santuários Sonoros

Atualmente, dirige o Ensemble Alimento dos Deusesum grupo de câmara interpretando suas transcrições e arranjos de música antiga.

Docência

Desde 2017, vem trabalhando como docente nos Conservatórios de Uberaba e Uberlândia, onde coordena a Camerata Dedilhada de Uberaba. Publica material digital para educação musical em seu site, com conteúdo teórico complementar, videoaulas de violão, viola e estudo de repertório: www.alimentodosdeuses.com/curso

Além disso, publica Revisões Críticas de Repertório com partituras e tablaturas, especializado em música antiga e violão clássico. O compêndio de repertório é disponibilizado virtualmente, destinado para violão de 6, 7 e 11 cordas e viola de 5 ordens, além de duos, trios e formações de música de câmara: www.alimentodosdeuses.com/repertorio