Artemísia Absinthium, Losna

A losna (Artemísia absinthium) é uma erva medicinal também conhecida como absinto, erva-do-fel, alenjo, erva-de-santa-margarida, sintro e erva-dos-vermes. Existem registros que apontam que a losna já é utilizada há milhares de anos, por causa das suas propriedades medicinais. Na Grécia Antiga, ela era usada como forma de homenagear a deusa Ártemis; hoje, é usada na fabricação da bebida alcoólica absinto e pode ser feito um chá que oferece vários benefícios da planta.
 

 

 

 

 

 

 


Receita e propriedades do chá de losna
Sua principal característica é o sabor amargo. Dizem que essa característica foi citada num provérbio de Salomão, que teria dito: “A infidelidade, ainda que possa ser excitante e doce no seu início, costuma ter um fim amargo como a losna”.

Propriedades e benefícios da losna
Auxilia no tratamento de anemias.
Ativa a circulação sanguínea.
Ameniza a azia e dispepsias.
Alivia as cólicas intestinais, também limpa e normaliza o funcionamento do estômago.
Ajuda no tratamento dos rins, bexiga e pulmões.
Ameniza menstruações difíceis e dolorosas, também regulariza o ciclo menstrual.
Também é boa para: nevralgias, mau hálito, prisão de ventre, vômitos, repele piolhos, insuficiência hepática, etc.
Age como estimulante de apetite e da digestão, mostrando-se útil para tratamentos de anorexia e quadros parecidos.

Receita deste chá
O chá de losna é facilmente preparado: adicione 20 gramas de folhas ou flores da planta em 1 litro de água quente, realizando a infusão (deixando descansar por 10 minutos). Tome uma xícara de chá antes de todas as refeições principais para obter seus efeitos (2 xícaras por dia).

Contraindicações e efeitos colaterais
Como todo chá estudado profundamente, o chá de losna possui contraindicações, estas são: gestantes ou mulheres em fase de amamentação não devem tomá-los, nem pessoas que apresentem quadros de gastrite, portanto, é importante sempre estar com as visitas ao médico em dia.

Quanto aos seus efeitos colaterais por altas doses, podemos citar: tremores, convulsões, tonturas e delírios. Se usado com álcool, pode ocasionar em dependência, alucinações e até danos neurológicos irreversíveis/permanentes. Evite ultrapassar 2 xícaras ao dia, já que as altas doses são perigosas e evite beber o chá com álcool.

Se for utilizar as folhas, deve-se optar por aquelas que foram retiradas aos primeiros sinais de formação dos órgãos de reprodução; já se for utilizar as flores, devem ser utilizadas as flores colhidas logo após desabrocharem. A conservação da losna também é importante, ela deve ser armazenada seca. Para garantir isso, coloque as flores estendidas em um local bem ventilado, deixando-as longe da exposição aos raios solares. Em seguida, coloque e conserve as flores em caixas de madeira.

Artemisia absinthium é o ingrediente principal da legendária bebida Absinto. Foi inventada em 1872 por um médico francês. Criada para efeitos medicinais tornou-se muito popular como bebida recreativa. Era o licor preferido de Van Gogh, Rimbaud, Baudelaire, Toulouse-Lautrec entre outros. Inicialmente chamada de “fada verde” ou “deusa verde” e posteriormente “a praga” ou “a rainha dos venenos”. O Absinto comercialmente vendido, não era um licor, e sim, uma bebida destilada.

O absinto é um estimulante psíquico. O seu efeito é narcótico, levemente anestésico, e proporciona uma sensação de paz e relaxamento. Se misturado com álcool ou tomado em doses elevadas pode causar alucinações. Tem fins psicoativos e medicinais, e tem sido usada contra o reumatismo, a gota e o verme solitária (Tapeworm ou Tênia solium), sendo daí que surgiu a denominação inglesa de ”wormwood”. O chá de absinto tem um efeito positivo durante os períodos de pós-gripe e pós-infecciosos e também aumenta o apetite.

O absinto é uma planta de sabor amargo e aspecto delgado, com folhas verde-cinza e pequenas flores amarelas. Em 1915 a produção do licor foi proibida, mas voltou a ser recentemente legalizada em todos os países europeus. Seu princípio ativo é a Tuionaque a união européia limita sua quantidade a 10 partes por milhão (PPM).

Em doses elevadas, os chás e outros preparados a partir desta planta podem provocar tremores, convulsões, tonturas e até delírios. No século XIX, registrou-se vários casos de intoxicações e até mortes provocadas pelo uso de um licor obtido pela maceração do absinto em álcool. Na maior parte das vezes, o licor de absinto era usado como alucinógeno e não com finalidades medicinais.

Uma maneira normal de tomar o absinto é em chá. Embebe uma colher de chá num copo de água quente (sem ferver). O chá tem um sabor amargo, mas não pode evitá-lo. Pode misturar-lhe uma folha de hortelã ou anis. Não junte açúcar ao chá. Para preparar o licor junte 40 gramas de absinto a meio litro de uma bebida forte (por exemplo: licor de anis ou Arak) e deixe descansar por aproximadamente cinco dias, e depois de filtrada a mistura, a bebida está pronta. Prove primeiro um pequeno cálice para ter a certeza da dosagem. 

O absinto pode ser venenoso em doses altas. O uso intenso e prolongado pode causar habituação, declínio físico e mental e provocar nervosismo, ansiedade e cãibras. Doses altas podem causar dores de cabeça e tonturas. Doses mais altas são psicoativas e têm efeitos paralisantes. A overdose causa diarréia, perda da consciência. Depois de preparares o licor, toma primeiro um pequeno cálice e espera cerca de uma hora pelo efeito. Tenta novamente noutra oportunidade. É melhor dosear a menos e sem efeitos, do que demais se arriscando a envenenamento ou vômitos. Não conduza veículos motorizados sob a influência do absinto.

Curiosidades:A palavra "vermute" tem tudo a ver com a losna: significa "warmwurz", ou seja, "raiz quente" e é o nome da losna em alemão. Já em grego, a palavra losna significaria "privado de doçura". A medicina popular desaconselha o uso da losna por mulheres em fase de amamentação, pois a planta "torna o leite amargo".
O absinto é famoso desde tempos muito antigos, pelas suas virtudes medicinais, sendo inclusive citado num papiro egípcio que data de 1.600 a.C.

Aula sobre a composição, história e relatos artísticos do Absinto (CC em PT)

Artemísia Vulgaris

Esta erva é utilizada para estimular a energia psíquica e sonhos proféticos. Os Lakotas acreditam que quando Artemísia é queimada faz os maus espíritos irem embora. 
Desde os tempos mais antigos que a erva era usada na Europa como remédio contra a fadiga e para proteger os viajantes contra os espíritos malignos e os animais selvagens. Os índios ainda usam a Artemísia hoje em dia para fins espirituais. Usam a erva para purificação do espírito, para dispersar doenças e forças negativas. Maços de folhas de cálamo com Artemísia ainda são usados na Ásia como talismãs durante o Festival do Barco do Dragão.

 

 

 

 

 

 

 

 


 

Efeitos

A Artemísia dá-te um estímulo ligeiro e agradável que depende da dose e da sensibilidade da pessoa. A Artemísia utilizada para a indução de sonhos lúcidos e viagens astrais. Fumar a Artemísia, comer a planta ou ingerir a tintura antes de dormir aumenta a intensidade dos sonhos, a capacidade de controle dos mesmos, e ajuda a recordar os sonhos após acordar.
 

Uso Medicinal:

Muitas pessoas usam a erva de diferentes maneiras para ajudar a curar tudo desde constipações e bronquite a problemas de estômago. Muitas mulheres usam para alívio das dores menstruais. O chá de Artemísia combate a anemia, cólica intestinal, cólica menstrual, câimbras, debilidade do estômago, epilepsia, gastrite, menstruações deficientes, icterícia, nervosismo e reumatismo.

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